quarta-feira, 1 de março de 2017

A ocultação do Planeta Anão (1) Ceres pela Lua em 02 de março 2017!

Antônio Rosa Campos
arcampos_0911@yahoo.com.br
CEAMIG – REA/Brasil – AWB

Em 02 de março próximo, a Lua +22% iluminada e uma elongação solar de 56° ocultará o planeta anão (1) Ceres, nesta oportunidade com uma magnitude visual de 9.0. Trata-se de uma rara oportunidade da realização do registro da ocultação (figura. 1) deste principal representante dos planetas Anões existentes no Cinturão Principal de asteroides do sistema solar; sendo este evento passível de ser registrado visualmente por observadores munidos de pequenos instrumentos óticos com aberturas de 150mm ou maiores como: lunetas e telescópios.

Entretanto este evento poderá ser observado em partes da América do Sul (Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai) com ênfase na região sudeste do Brasil, conforme podemos vislumbrar pelo mapa global (projeção Mercator) apresentado na figura 2 as circunstâncias básicas desta ocultação. Desta forma cores das linhas, ciano apresenta as curvas do evento no desaparecimento e reaparecimento com a lua no ocaso; linha continua branca, apresenta o limite norte da ocultação com o evento ocorrendo em período noturno; linha continua azul; apresenta o limite norte da ocultação com o evento ocorrendo durante a fase crepuscular; já a linha pontilhada vermelha além de indicar o limite norte deste evento, informe que esse fenômeno ocorre a luz do dia.

A tabela 1 abaixo apresenta as circunstâncias gerais da visibilidade deste evento na América do Sul, para as principais localidades das nações acima mencionadas, como também informa a especial circunstância da ocorrência de uma ocultação rasante nas proximidades da cidade de Sucre na Bolívia.

(1) Ceres 

Como demonstra seu número em ordem de nomeação indicado acima entre parênteses, 1 Ceres foi descoberto em 01 de janeiro de 1801 pelo astrônomo italiano Giuseppe Piazzi (1746 — 1826) no Observatório de Palermo. (MOURÃO, 1987). Tendo recebido inicialmente a designação de Ceres-Ferdinandea, em homenagem à deusa romana da agricultura e a Ferdinando IV (1751 - 1825) rei da Sicília (SCHMADEL, 2003), (1) Ceres foi designado como Planeta Anão (Dwarf Planet) durante a 26ª Assembleia Geral da União Astronômica Internacional, ocorrida entre 14 a 25 de agosto de 2006, em Praga na República Checa (IAU, 2006).

Em 2015 a missão espacial DAWN realizou esta fotografia da superfície de (1) Ceres com a cratera “Occator” aqui representada em cores falsas apresentando diferenças na composição da superfície (figura. 3). Esta cratera mede cerca de 60 milhas (90 quilômetros) de largura. A coloração azul está geralmente associada com um material brilhante, e parece ser consistente com sais, tais como sulfatos. É provável que os materiais de silicato também estão presentes (DAWN, 2017).

Esta será a última oportunidade neste ano de ser observar uma ocultação pelo disco lunar deste planeta anão, sendo que a próxima oportunidade favorável ocorrerá em 15 de junho de 2019, sendo observável em grande parte do oeste da Ásia, com (1) Ceres apresentando uma magnitude visual de 7.4 naquela oportunidade.

Sites recomendados:

"Como observar"
"formulário de reporte"
(ocultações de estrelas por asteroides).

No Facebook:

“Ocultações Astronômicas”.

Este grupo destina-se à divulgação e discussão de eventos astronômicos na área de 'Ocultações'. Ocultações de estrelas e planetas pela Lua, ocultações de estrelas por asteroides e as técnicas empregadas para o registro destes eventos.

Boas Observações!

Referências:

- MOURÃO, Ronaldo Rogério de Freitas. Dicionário Enciclopédico de Astronomia e Astronáutica. Rio e Janeiro: Ed. Nova Fronteira, 1987,  914P.

- CAMPOS, Antônio Rosa. Almanaque Astronômico Brasileiro 2017. Belo Horizonte: Ed. CEAMIG (Centro de Estudos Astronômicos de Minas Gerais), 2016. 135p. Disponível em: < https://drive.google.com/file/d/0B92tNur3vviSSGoyYW9lNlg5SFU/view?usp=sharing> Acesso em 02 Dez. 2016.

- HERALD, Dave. Occult4 v4.1.0.27 (24 March. 2014) Uptade v4.2.0 available in: <http://www.lunar-occultations.com/occult4/occultupdate.zip> Acess in 28 Abr. 2016.


- ROBINSON, Rob. IOTA (Webmasters Homepage) <http://www.lunar-occultations.com/iota/iotandx.htm> - Acess in 16 Jan. 2017.

- Dawn Home (NASA-JPL). <http://dawn.jpl.nasa.gov/multimedia/images/image-detail.html?id=PIA20180> - Acess in 11 Jan. 2017.

A ocultação de Netuno pela Lua em 26 de março 2017!

Antônio Rosa Campos
arcampos_0911@yahoo.com.br
CEAMIG – REA/Brasil – AWB

Em 26 de março próximo, a Lua -4% iluminada e uma elongação solar de 23° ocultará o planeta Netuno, nesta oportunidade com uma magnitude visual de 8.0. Trata-se de uma rara oportunidade da realização do registro da ocultação (figura. 1) do mais exterior dos planetas existentes no sistema solar; sendo este evento passível de ser registrado visualmente por observadores munidos de pequenos instrumentos óticos com aberturas de 150mm ou maiores como: lunetas e telescópios.

Somente a fase do reaparecimento do disco do planeta poderá ser observado de uma pequena região a nordeste da América do Sul (Brasil), conforme podemos vislumbrar pelo mapa global (projeção Mercator) apresentado na figura 2 as circunstâncias básicas desta ocultação. Desta forma cores das linhas, ciano apresenta as curvas do evento no desaparecimento e reaparecimento com a lua no nascer ou no ocaso, dependendo da posição geográfica; linha continua branca, apresenta o limite norte da ocultação com o evento ocorrendo em período noturno; linha continua azul; apresenta o limite norte da ocultação com o evento ocorrendo durante a fase crepuscular; já a linha pontilhada vermelha além de indicar o limite norte deste evento, informe que esse fenômeno ocorre a luz do dia.   
   
A tabela 1 abaixo apresenta as circunstâncias gerais da visibilidade (reaparecimento) deste evento no Brasil, para as principais localidades da região acima mencionada.

Como podemos verificar, as regiões meridional e austral do continente africano (Angola, África do Sul, Etiópia, Quênia, Ruanda, Tanzânia, Uganda, Zâmbia e Zimbabué) bem como também a porção note da região insular da República Malgaxe (Madagascar) no Oceano Índico este evento ocorrerá à luz do dia. Na tabela 2 abaixo, podemos encontrar as circunstâncias gerais da visibilidade deste evento com enfoque na especial circunstância de uma ocultação rasante nas proximidades da cidade de Antananarivo.
 
Sob as mesmas condições da claridade diurna nesta oportunidade, partes do sudeste asiático (China, China (Tibete), Malásia, Mianmar, Omã, Tailândia e Iêmen); também do subcontinente indiano (Índia, Paquistão, Bangladesh, Nepal e Butão) incluindo a região insular do Sri-Lanka, poderão acompanhar este evento. Na tabela 3 abaixo, podemos encontrar as circunstâncias gerais da visibilidade nesta região, com enfoque na especial circunstância de uma ocultação rasante nas proximidades das cidades de Delhi, Nainital e Nova Delhi na Índia e também a cidade de Sanaa no Iémen.

Netuno 

Netuno é o planeta mais externo no sistema solar e um digno representante dos gigantes gasosos; seu diâmetro equatorial possui 49.500 quilômetros; a história da descoberta deste planeta remonta as pequenas irregularidades no movimento observado de Urano e Netuno, estes descobertos em 13 de março de 1781 por William Herschel e em 23 de setembro de 1846 por Johann Gottfried Galle e também e Louis d'Arrest no Observatório de Berlim, após as análises matemáticas feitas por Urbain Jean Joseph Le Verrier (CAMPOS, 2015).

Esta será a quarta oportunidade de se observar uma ocultação deste planeta neste ano, sendo que das 13 ocultações previstas quatro são passíveis de se acompanhar da América do Sul sendo a mais favorável neste período, a ocorr6encia de 06 de setembro próximo visível na região sul do continente americano (Argentina, Brasil, Chile e Uruguai) no período noturno com Netuno apresentando uma magnitude visual de 7.8 naquela oportunidade.

Sites recomendados:

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(ocultações de estrelas por asteroides).

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Este grupo destina-se à divulgação e discussão de eventos astronômicos na área de 'Ocultações'. Ocultações de estrelas e planetas pela Lua, ocultações de estrelas por asteroides e as técnicas empregadas para o registro destes eventos.

Boas Observações!

Referências:

- MOURÃO, Ronaldo Rogério de Freitas. Dicionário Enciclopédico de Astronomia e Astronáutica. Rio e Janeiro: Ed. Nova Fronteira, 1987,  914P.

- CAMPOS, Antônio Rosa. Almanaque Astronômico Brasileiro 2017. Belo Horizonte: Ed. CEAMIG (Centro de Estudos Astronômicos de Minas Gerais), 2016. 135p. Disponível em: < https://drive.google.com/file/d/0B92tNur3vviSSGoyYW9lNlg5SFU/view?usp=sharing> Acesso em 02 Dez. 2016.

_______, Olá Plutão e Caronte. Prazer em conhecer-lhes! Sky and Observers, 14 Julho 2015. Disponível em: <https://goo.gl/T6ELiK> Acesso em: 17 Jan. 2017.

- HAMILTON, Calvin J. Netuno. Disponível em: <http://astro.if.ufrgs.br/solar/neptune.htm> Acesso em: 17 Jan. 2017.

- HERALD, Dave. Occult4 v4.1.0.27 (24 March. 2014) Uptade v4.2.0 available in: <http://www.lunar-occultations.com/occult4/occultupdate.zip> Acess in 28 Abr. 2016.

- ROBINSON, Rob. IOTA (Webmasters Homepage) <http://www.lunar-occultations.com/iota/iotandx.htm> - Acess in 16 Jan. 2017.

A ocultação de Regulus pela Lua em 10 de março 2017!

Antônio Rosa Campos
arcampos_0911@yahoo.com.br
CEAMIG – REA/Brasil – AWB

Em 10 de março próximo, a Lua +97% iluminada e uma elongação solar de 159° ocultará a brilhante estrela Regulus (alpha Leonis) de magnitude 1.41 e tipo espectral B8IVn (Figura 1). Proporcionando a rara oportunidade da realização um registro de estrelas brilhantes aos observadores munidos com pequenos instrumentos óticos como: binóculos, lunetas e telescópios; esse evento poderá ser observado numa grande extensão da superfície terrestre.

Assim sendo, os observadores localizados numa estreia faixa a sudoeste no continente africano (África do Sul e extremo sul da República da Namíbia) poderão acompanhar as fases de desaparecimento e reaparecimento dessa estrela conforme e apresentado na tabela 1 para a Cidade do Cabo. 

Já observadores localizado no sudeste da América do Sul (algumas localidades no Brasil) também poderão acompanhar as fases de desaparecimento e reaparecimento; entretanto os localizados no Paraguai e Uruguai, somente poderão observar o reaparecimento dessa estrela conforme e apresentado na tabela 2, para as principais localidades dessa região.

Além das circunstâncias de gerais de visibilidade e também de desaparecimento e reaparecimento acima mencionadas, abaixo apresentamos o mapa global (figura 2) com a faixa de visibilidade do fenômeno que abrange as respectivas regiões localizadas no oceano Atlântico, oceano Índico bem como ainda porções do continente antártico e a península Antártica. 

Regulus (Alpha Leonis)

A designação de Bayer (alpha Leonis) para Regulus e uma breve consulta no Dicionário Enciclopédico de Astronomia e Astronáutica (Ed. Nova Fronteira) do astrônomo brasileiro Ronaldo Rogério de Freitas Mourão  (1935-2014) nos indica diversas denominações para essa estrela como: Kabeleced, Rex, Cor Leonis, Al Kalb al Asad, Kalb e Kelb. Fato é que trata-se de uma estrela de coloração branco-azulada de primeira magnitude, sendo portanto a 21ª estrela mais brilhante do firmamento. Sua distância a Terra e estimada em 79.4 anos-luz tratando-se de um sistema múltiplo de estrelas, conforme podemos apreciar pela figura 3.

O Atual ciclo de ocultações dessa brilhante estrela iniciou-se em dezembro ultimo (veja: https://goo.gl/VjDTl4), devendo finalizar-se com a ocultação de 24 de abril do próximo ano. Uma nova repetição correrá entre 2025 e 2027.
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Este grupo destina-se à divulgação e discussão de eventos astronômicos na área de 'Ocultações'. Ocultações de estrelas e planetas pela Lua, ocultações de estrelas por asteroides e as técnicas empregadas para o registro destes eventos.

Boas Observações!

Referências:

- MOURÃO, Ronaldo Rogério de Freitas. Dicionário Enciclopédico de Astronomia e Astronáutica. Rio e Janeiro: Ed. Nova Fronteira, 1987,  914P.

- CAMPOS, Antônio Rosa. Almanaque Astronômico Brasileiro 2017. Belo Horizonte: Ed. CEAMIG (Centro de Estudos Astronômicos de Minas Gerais), 2016. 135p. Disponível em: < https://drive.google.com/file/d/0B92tNur3vviSSGoyYW9lNlg5SFU/view?usp=sharing> Acesso em 02 Dez. 2016.

- HERALD, Dave. Occult4 v4.1.0.27 (24 March. 2014) Uptade v4.2.0 available in: <http://www.lunar-occultations.com/occult4/occultupdate.zip> Acess in 28 Abr. 2016.

A ocultação de rho Sagittari pela Lua em 22 de março 2017!

Antônio Rosa Campos
arcampos_0911@yahoo.com.br
CEAMIG – REA/Brasil – AWB

Em 22 de março próximo, a Lua -35% iluminada e uma elongação solar de 72° ocultará a estrela rho Sagittarii de magnitude 3.9 e tipo espectral F0III/IV (Figura 1). Proporcionando um belo espetáculo aos observadores munidos com pequenos instrumentos óticos como: binóculos, lunetas e telescópios; esse evento poderá ser observado em boa parte da superfície terrestre.


Desta forma os observadores localizados em grande parte da região austral da América do Sul (Argentina, Brasil, Chile e Uruguai), poderão também acompanhar a fase de desaparecimento desta estrela (exceto a cidade de Porto Alegre - RS no Brasil, que acompanhará ambas as fases) conforme apresentado na tabela 1.

Além das circunstâncias de gerais de visibilidade e também de desaparecimento e reaparecimento acima mencionadas, abaixo apresentamos o mapa global (figura 2) com a faixa de visibilidade do fenômeno que abrange a respectiva região, ilhas localizadas ao sul dos oceanos Atlântico e Índico bem como ainda, regiões da Antártida. 

Rho Sagittarii

A designação de Bayer para rho Sagittarii (Sgr 1, 2 Sagittarii) é compartilhada por duas estrelas (figura 3). As duas estrelas estão separadas por 0,46 graus no céu. Porque também elas estão perto da eclíptica, podem ser ocultadas pela Lua e, muito raramente, por planetas. A próxima ocultação de rho Sagittarii por um planeta ocorrerá em 23 de fevereiro de 2046, quando será ocultada por Vênus.

Rho-1 Sagittarii é uma estrela de um tipo espectral F0III/IV que tem uma magnitude aparente de 3,93. Ela encontra-se cerca de 122 anos-luz da Terra.

Sites recomendados:

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“Ocultações Astronômicas”.

Este grupo destina-se à divulgação e discussão de eventos astronômicos na área de 'Ocultações'. Ocultações de estrelas e planetas pela Lua, ocultações de estrelas por asteroides e as técnicas empregadas para o registro destes eventos.

Boas Observações!

Referências:

- MOURÃO, Ronaldo Rogério de Freitas. Dicionário Enciclopédico de Astronomia e Astronáutica. Rio e Janeiro: Ed. Nova Fronteira, 1987,  914P.

- CAMPOS, Antônio Rosa. Almanaque Astronômico Brasileiro 2017. Belo Horizonte: Ed. CEAMIG (Centro de Estudos Astronômicos de Minas Gerais), 2016. 135p. Disponível em: < https://drive.google.com/file/d/0B92tNur3vviSSGoyYW9lNlg5SFU/view?usp=sharing> Acesso em 02 Dez. 2016.

- HERALD, Dave. Occult4 v4.1.0.27 (24 March. 2014) Uptade v4.2.0 available in: <http://www.lunar-occultations.com/occult4/occultupdate.zip> Acess in 28 Abr. 2016.

O asteroide (30) Urania em 2017!

Antônio Rosa Campos
arcampos_0911@yahoo.com.br
CEAMIG – REA/Brasil - AWB

Em 06 de maio próximo, o asteroide Urania estará com seu posicionamento favorável às observações (fase da Lua = +0.786), quando então sua magnitude chegará a 11.0, portanto dentro dos limites de magnitudes observáveis de instrumentos óticos de médio e pequeno porte. A tabela abaixo apresenta suas efemérides e bem como uma carta celeste ilustrativa, objetivando sua localização nos próximos dias. 

Como demonstra seu número em ordem de nomeação indicado acima entre parênteses, 30 Urania foi descoberto em 22 de junho de 1854 pelo astrônomo inglês John Russel Hind (1823 - 1895) no Observatório de Londres. Seu nome é homenagem a musa da Astronomia. (MOURÃO, 1987).

Notas:
1 = Nota: (au)* Conforme a Resolução da IAU 2012 B2, acolhendo proposta do grupo de trabalho “Numerical Standards for Fundamental Astronomy”, redefiniu-se a unidade astronômica de comprimento correspondendo à distância media da Terra ao Sol equivalendo assim a 149.597.870.700 metros, devendo ser representada unicamente por au (“astronomical unit”) OAM (2015).

2 = As coordenadas equatoriais ascensão reta e declinação (J2000.0) são apresentadas no formato HH:MM:SS (hora/grau, minuto e segundo).

Referências:

- MOURÃO, Ronaldo Rogério de Freitas. Dicionário Enciclopédico de Astronomia e Astronáutica. Rio e Janeiro: Ed. Nova Fronteira, 1987,  914P.

- CAMPOS, Antônio Rosa. Almanaque Astronômico Brasileiro 2017. Belo Horizonte: Ed. CEAMIG (Centro de Estudos Astronômicos de Minas Gerais), 2016. 135p. Disponível em: < https://drive.google.com/file/d/0B92tNur3vviSSGoyYW9lNlg5SFU/view?usp=sharing> Acesso em 02 Dez. 2016.

- CHEVALLEY, Patrick. SkyChart / Cartes du Ciel - Version 3.8, March. 2013. Disponível em:   <http://ap-i.net/skychart/start?id=en/start>. - Acesso em: 26 Nov. 2015.


O asteroide (12) Victoria em 2017!

Antônio Rosa Campos
arcampos_0911@yahoo.com.br
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Em 20 de abril próximo, o asteroide Victoria estará com seu posicionamento favorável às observações (fase da Lua = -0.443), quando então sua magnitude chegará a 9.8, portanto dentro dos limites de magnitudes observáveis de instrumentos óticos de médio e pequeno porte. A tabela abaixo apresenta suas efemérides e bem como uma carta celeste ilustrativa, objetivando sua localização nos próximos dias. 

Como demonstra seu número em ordem de nomeação indicado acima entre parênteses, 12 Victoria foi descoberto em 13 de setembro de 1850 pelo astrônomo inglês John Russel Hind (1823 - 1895) no Observatório de Londres. (MOURÃO, 1987).

Notas:
1 = Nota: (au)* Conforme a Resolução da IAU 2012 B2, acolhendo proposta do grupo de trabalho “Numerical Standards for Fundamental Astronomy”, redefiniu-se a unidade astronômica de comprimento correspondendo à distância media da Terra ao Sol equivalendo assim a 149.597.870.700 metros, devendo ser representada unicamente por au (“astronomical unit”) OAM (2015).

2 = As coordenadas equatoriais ascensão reta e declinação (J2000.0) são apresentadas no formato HH:MM:SS (hora/grau, minuto e segundo).

Referências:

- MOURÃO, Ronaldo Rogério de Freitas. Dicionário Enciclopédico de Astronomia e Astronáutica. Rio e Janeiro: Ed. Nova Fronteira, 1987,  914P.

- CAMPOS, Antônio Rosa. Almanaque Astronômico Brasileiro 2017. Belo Horizonte: Ed. CEAMIG (Centro de Estudos Astronômicos de Minas Gerais), 2016. 135p. Disponível em: < https://drive.google.com/file/d/0B92tNur3vviSSGoyYW9lNlg5SFU/view?usp=sharing> Acesso em 02 Dez. 2016.

- CHEVALLEY, Patrick. SkyChart / Cartes du Ciel - Version 3.8, March. 2013. Disponível em:   <http://ap-i.net/skychart/start?id=en/start>. - Acesso em: 26 Nov. 2015.


O asteroide (63) Ausonia em 2017!

Antônio Rosa Campos
arcampos_0911@yahoo.com.br
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Em 11 de abril próximo, o asteroide Ausonia estará com seu posicionamento favorável às observações (fase da Lua = +0.998), quando então sua magnitude chegará a 10.1, portanto dentro dos limites de magnitudes observáveis de instrumentos óticos de médio e pequeno porte. A tabela abaixo apresenta suas efemérides e bem como uma carta celeste ilustrativa, objetivando sua localização nos próximos dias.  

Como demonstra seu número em ordem de nomeação indicado acima entre parênteses, 63 Ausonia foi descoberto em 10 de fevereiro de 1861 pelo astrônomo italiano Annibale de Gasparis (1819-1892) no Observatório de Capadimonte, Nápoles. Seu nome é homenagem de Capocci aos ausônios, primeiros habitantes da Itália. Os ausônios eram, segundo a lenda, descendentes de Ausônio, um filho de Ulisses e Calipso, que governou a Península itálica. O asteroide, a princípio, teve a denominação de Itália. (MOURÃO, 1987).

Notas:
1 = Nota: (au)* Conforme a Resolução da IAU 2012 B2, acolhendo proposta do grupo de trabalho “Numerical Standards for Fundamental Astronomy”, redefiniu-se a unidade astronômica de comprimento correspondendo à distância media da Terra ao Sol equivalendo assim a 149.597.870.700 metros, devendo ser representada unicamente por au (“astronomical unit”) OAM (2015).

2 = As coordenadas equatoriais ascensão reta e declinação (J2000.0) são apresentadas no formato HH:MM:SS (hora/grau, minuto e segundo).

Referências:

- MOURÃO, Ronaldo Rogério de Freitas. Dicionário Enciclopédico de Astronomia e Astronáutica. Rio e Janeiro: Ed. Nova Fronteira, 1987,  914P.

- CAMPOS, Antônio Rosa. Almanaque Astronômico Brasileiro 2017. Belo Horizonte: Ed. CEAMIG (Centro de Estudos Astronômicos de Minas Gerais), 2016. 135p. Disponível em: < https://drive.google.com/file/d/0B92tNur3vviSSGoyYW9lNlg5SFU/view?usp=sharing> Acesso em 02 Dez. 2016.

- CHEVALLEY, Patrick. SkyChart / Cartes du Ciel - Version 3.8, March. 2013. Disponível em:   <http://ap-i.net/skychart/start?id=en/start>. - Acesso em: 26 Nov. 2015.