quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

O céu do mês – Janeiro 2015

Antônio Rosa Campos
arcampos_0911@yahoo.com.br
CEAMIG – REA/Brasil – AWB

As magnificas noites que ocorrem nesta época do ano, faz com que em uma simples visualização do céu noturno, reconheçamos de forma imediata algumas constelações já disseminadas até mesmo nestas postagens mensais. Órion, Gemini, Taurus são exemplos a qual de imediato recordo-me com facilidade. Aproveitemos então a proximidade da Lua com a brilhante Aldebaran (magnitude 0.9) para reconhecer a forma fácil da constelação de Touro e também Regulus (magnitude 1.4) na constelação de Leão. Embora a ocultação de Urano prevista para 25 de janeiro seja possível acompanhar em grande parte da Ásia e Aldebaran (prevista para 29 próximo) ser visível somente em regiões do Ártico, outras poderão ser acompanhadas de noutras regiões do globo e quando possível mencionamos mensalmente algumas delas. A surpresa neste período, o Cometa C/2014 Q2 Lovejoy continuará sendo um dos objetos celeste mais fotografado nesta época e seu salto de brilho já invalida qualquer efeméride elaborada anteriormente. A genialidade de John Bayer novamente vem colaborar de forma fantástica na interpretação do céu, principalmente em sua região celeste austral, quando novamente menciona esta região celeste atribuindo-lhe a figura de um peixe. Realmente é uma pena Bayer valer-se do conhecimento de seus amigos marinheiros naquela época, interpretando seus relatos, buscando coroar no céu esse conhecimento. Certamente ele ficaria fascinado com a beleza do céu nestas latitudes. Aproveitemos então a oportunidade para apreciar essa região celeste!


Ocultações de estrelas pela Lua 

Hyadum II (delta 1 Tauri)

Em 02 de janeiro a Lua +91% iluminada e com a elongação solar de 145°, ocultará a estrela Hyadum II (delta 1 Tauri) de magnitude 3.8 e tipo espectral K0-IIICN0.5. Esse evento poderá ser observado no norte da América do Sul, América Central e do Norte de acordo com a figura A, apresentada no quadro 1.

Com visibilidade na região norte do Brasil, este evento poderá ser observado em sua fase inicial (desaparecimento) na cidade de Boa Vista – Roraima (Brasil), conforme apresentado na tabela 2.

Lambda Geminorum

Em 05 de janeiro a Lua -100% iluminada e com a elongação solar de 173°, ocultará a estrela lambda Geminorum de magnitude 3.6 e tipo espectral A3V. Esse evento poderá ser observado na América do Norte e oceano Pacífico (Norte) de acordo com a figura B, apresentada no quadro 1.

(Subra) Omicron Leonis

Em 08 de janeiro a Lua -90% iluminada e com uma elongação de 143°, ocultará a estrela omicron Leonis (Subra) de magnitude 3.5. Esse evento poderá ser observado nas Ilhas do Hawaii e oceano Pacífico Norte de acordo com a figura C, apresentada no quadro 1.

Rho Sagittarii

Em 19 de janeiro a Lua -1% iluminada e com a elongação solar de 11°, ocultará a estrela Rho Sagittarii de magnitude 3.9 e tipo espectral K1III. Esse evento de ocorrência diurna, poderá ser observado  na América do Norte e oceano Pacífico (Norte) de acordo com a figura D, apresentada no quadro 1.
Ancha (Theta Aquarii)

Em 22 de janeiro a Lua +7% iluminada e com a elongação solar de 31°, ocultará a estrela Ancha (Theta Aquarii) de magnitude 4.2 e tipo espectral G8. Esse evento poderá ser observado no Norte da África e Atlântico Norte (Ponta Delgada - Portugal) e de forma diurna na América Central e do Norte de acordo com a figura E, apresentada no quadro 1. 

Hyadum II (delta 1 Tauri)

Em 29 de janeiro a Lua +73% iluminada e com a elongação solar de 118°, novamente ocultará a estrela Hyadum II (delta 1 Tauri) de magnitude 3.8 e tipo espectral K0-IIICN0.5. Esse evento poderá ser observado no sudeste da Ásia de acordo com a figura F, apresentada no quadro 1.

Planetas, asteroides e cometas!

Ao que tudo indica, parece que este início de ano Mercúrio (-0.5) será o protagonista de inúmeras situações que lhe são peculiares, já a contar do dia 14 próximo quando então novamente, estará em sua máxima elongação (18,9°E), à noite, magnitude: -0.5. Ele chega em 16/01 a sua fase de Dicotomia e no dia 21 próximo, além de estacionário, tem seu periélio para essa data. Entretanto já em 30/01 estará em conjunção inferior novamente, estando 3,5° separado do centro do disco do Sol. A segunda quinzena entretanto será bastante propicia a visualização de Vênus (-3.9) junto a linha do ocaso do Sol, proporcionando a partir daí acompanhar a sutileza das mudanças de suas fases. As elongações de Marte (1.1) diminuindo gradativamente; visível nas primeiras horas após o ocaso do Sol ele estará compondo a visibilidade vespertina juntamente com Mercúrio e Vênus neste período. Certamente os observadores que tem por hábito observar antes do nascer do Sol, serão recompensados com o alinhamento do brilhante Júpiter (-2.5) e a Lua (-11.9) quando então ambos estarão separados por pouco menos de 5º no céu (figura 2).

Lua = As fases lunares neste mês, ocorrerão nas datas e horários abaixo mencionadas em Tempo Universal de acordo com o quadro 2:

A ocorrência das apsides (Perigeu e Apogeu) lunares dar-se-á neste mês na seguinte sequência: Apogeu em 09/01 às 18:18 (UT), quando a Lua estará a 405.410 km do centro de nosso planeta. Perigeu em 21/01 às 20:07 (UT), quando a Lua então estará somente 359.642 km do centro da Terra.

O Céu ainda presenteará os observadores no crepúsculo matutino, quando então o planeta Saturno (0.6), estará novamente em condições de observação entre as constelações de Libra e Escorpião, sua presença no horizonte leste e ainda com a proximidade da Lua em 16/01, provocará um alinhamento (até mesmo mais próximo que o apresentado na figura 2 acima, que envolve Júpiter e a Lua), entretanto a resguardada a respectiva magnitude de Saturno no período, será este mais um belo quadro celeste digno de apreciação. Enquanto isso Urano (5.8) na constelação de Peixes e o longínquo Netuno (7.9) na constelação de Aquário poderão ser facilmente acompanhados na primeira fase da noite por todo o período. Já os planetas menores (1) Ceres (magnitude: 9.0) e (134340) Plutão (14.2), devido as suas baixas elongações (tabela 3) e, uma vez mergulhados na constelação de Sagitário estarão impossibilitados de algum registro observacional.

Asteroides

Neste mês teremos a oposição favorável às observações óticas de dois dos principais asteroides do cinturão principal. Na noite de 17 próximo o asteroide (69) Hesperia, poderá facilmente ser localizado dentre as estrelas da constelação de Canis Minor;  a fase da Lua (-0.164), nesta época, favorecerá aos observadores datados com equipamentos de médio porte (250mm ou acima). Entretanto com uma magnitude um pouco mais favorável (3) Juno, então com uma magnitude de 8.1 em 29 de janeiro, poderá ser localizado na constelação de Hydra. A fase da Lua nesta época será +0.688 e sua magnitude estimada em -10.9. 

Cometas

Confirmaram-se as expectativas, o cometa Lovejoy (C/2014 Q2) (efemérides na tabela 4), é um grande presente aos observadores. Sugiro assim seu acompanhamento e registros fotográficos bem como estimativas observacionais. Estamos acompanhando esse cometa com tamanha expectativa que talvez uma das mais belas fotografias que vislumbrei nos últimos dias (figura 3) seja a realizada pelo observador Rolando Ligustri (Itália), que utilizou um telescópio remoto para obter um close-up desse objeto ao lado de M-79.





CONSTELAÇÃO:

Dorado

Embora a constelação de Dorado esteja numa região celeste mais acessível aos observadores austrais, ela é de fácil localização pelos observadores. Muito comum ainda associar essa constelação ao peixe dourado (rios do Brasil e outros Países da América do Sul). Pessoalmente acredito que John Bayer valeu-se da interpretação do céu dos marinheiros daquela época, nomeando assim em sua Uranometria, publicada em 1603 essa constelação (figura 4).

Dorado encontra-se limitada ao sul pela constelação de Mensa, a oeste por Reticulum, ao norte pelas constelações de Horologium, Caelum, e Pictor, a leste por Volans (MOURÃO, 1987) sendo que suas principais estrelas são: Alpha Dor, uma estrela binária, sendo seus componentes AB possuem a magnitude combinada de 3.3. Embora possua ainda um terceiro componente (C), este de magnitude 10.2 (WDS, 2014) ele não é um par observado visualmente; neste sistema ainda temos Alpha2 como uma estrela variável do tipo CVn (Variáveis eruptivas). Beta Dor, estrela amarela de magnitude 3.7 e classe espectral G2Ib é um exemplo de Variáveis Cefeída Clássica (Variáveis pulsantes com pulsação radial) de alta luminosidade (classes Ib – II) e períodos entre 1 a 135 dias (ANDRADE et al, 2000). Também uma estrela variável agora do tipo EW (eclipsante tipo W Ursae Majoris), Gamma Dor (de magnitude visual 4.2 e classe espectral F1V) é uma anã da sequencia principal. Isso indica que os componentes desse sistema binário, possuem máximos e mínimos de 4,23 - 4,27 (GCVS, 2009) magnitudes, num período inferior a 24 horas. Já Delta Dor e uma estrela branca da sequência principal de magnitude 4.3, tipo e classe espectral A9V. Ela será a indicação para a exuberante Grande Nuvem de Magalhães. Entretanto digno de menção serão duas galáxias que chamarão a nossa atenção.

NGC 1566 e NGC 1672, Objetos Deep-Sky 

Os observadores que utilizam de um telescópio de médio porte (300mm) não terão dificuldade em identificarem a NGC 1566; trata-se de uma bela galáxia espiral barrada que apresenta um núcleo brilhante que contribui quase com a metade da luminosidade total da galáxia. Isto explicita tratar-se a NGC 1566 de uma galáxia Seyfert. Classe de galáxias espirais peculiares, estudadas pela primeira vez, em 1943, pelo astrônomo norte-americano Carl K. Seyfert (1911-1960), que então publicou uma lista de galáxias, todas com núcleos muito pequenos e luminosos (MOURÃO, 1987). 

Da mesma forma, NGC 1672 é outro representante das galáxias Seyfert e o que chama a atenção nesta bela galáxia espiral barrada, são justamente as estrelas de fundo pertencentes a nossa galáxia, que aparecem no campo visual, como ilustrado na figura 5.

A Grande Nuvem de Magalhães

A faina nas embarcações que iniciaram a viagem de circunavegação do planeta, sob o comando do navegante português Fernão de Magalhães (1480-1521) era constante; durante o período mais tranquilo daquela jornada ao rumar para o sul na travessia do Atlântico, o cronista daquela expedição, o italiano Antonio Pigafetta continua seus estudos daquela região celeste e na menção “existem várias pequenas estrelas agrupadas, na forma de duas nuvens um pouco separada uma da outra, e um tanto obscuras” (Westerlund, 1997) e revelada a proximidade de ambas no céu.  

A magnitude visual da Grande Nuvem de Magalhães (por sua sigla em inglês: LMC = Large Magellanic Cloud) na realidade a maior das galáxias satélites (de forma irregular) da nossa Via-Láctea (figura. 6), encontra-se estimada em 0.4, sua dimensão 550.0 x 170.0 minutos de arco. Isto faz com que ela seja o objeto celeste extragaláctico mais significativo do hemisfério sul. A sua distância da GNM 170.000 mil anos-luz, mostra sua proximidade com a nossa galáxia. A imagem realizada pelo astrofotografo do CEAMIG Victor Brasil Sabbagh na noite de 22 de novembro de 2013 em Governador Valadares, MG - Brasil, conforme visualizamos na figura 5, apresenta claramente essa galáxia observada à visão desarmada e fora da poluição luminosa.

Bisbilhotar esse região com um pequeno binóculo de campo (7 x 50) será uma atividade que dará aos nossos observadores a satisfação do dever cumprido; entretanto empregando-se um telescópio de abertura de 140mm ou acima, a jornada observacional ficará especial visto a quantidade e exuberância de Aglomerados extragalácticos que podemos vislumbrar; então na tabela 5 mencionamos alguns objetos de fácil resolução para instrumentos deste porte e acima.

NGC 2070 – A Nebulosa da Tarântula

Por muito tempo, 30 Doradus foi considerada uma estrela de fácil observação para os observadores até que no século XVIII, o astrônomo francês Nicolas Louis de Lacaille identificou que naquela área da Grande Nuvem de Magalhães existia uma grande nebulosa. Segundo alguns autores (com razão pela análise da tabela 5 acima), esse sistema de estrutura filamentar, semelhante a Nebulosa de Órion M 42 e o objeto mais notável da GNM (Grande Nuvem de Magalhães). Segundo o astrônomo norteamericano D.J. Faulkner, sua massa é de 3.000 massas solares (MOURÃO, 1987).

De fato uma simples observação através de um telescópio de 200 mm com 100 vezes de aumento já é suficiente o bastante para que fiquemos maravilhados com a imagem desta Nebulosa. A imagem de NGC 2070 na figura 7 realizada pelo astrofotografo Luiz Henrique Duczmal também do CEAMIG em 30 de janeiro de 2014 em Oliveira-MG/Brasil, revela a riqueza desta região celeste. Ficarão surpreendidos todos aqueles que julgarem que a Nebulosa da Tarântula é somente admirada pela sua beleza, no entanto essa região já contribuiu de forma marcante a ciência moderna.

A Supernova da Grande Nuvem de Magalhães 

Sob o ponto de vista astronômico no que concerne aos fenômenos como aqueles que mensalmente, já fazem parte de nossa rotina de postagem (por exemplo: os eventos mencionados na tabela. 1), o ano de 1987, iniciou-se com alguns acontecimentos corriqueiros, mas que não deixariam de chamar a atenção dos observadores, como: ocultações de estrelas pela, Vênus em máxima elongação e algumas conjunções também. Entretanto parafraseando Blaise Pascal, "a natureza tem razões que a própria razão desconhece"; a jornada observacional em 24 de fevereiro daquele ano realizada pelo astrônomo canadense Ian Shelton (Universidade de Toronto) trouxe uma grata surpresa, a existência de uma Supernova (SN) naquela região, que de forma imediata foi denominada como: SN 1987A (IAUC 4316). 

A importância deste fenômeno baseia-se no fato de que era primeira oportunidade nos tempo atuais de se estudar uma supernova relativamente próxima a galáxia da Via-Láctea com modernas equipagens o que não ocorria desde o século XVII (SN 1604) (TÁRSIA, 1987). O que se viu nos dias subsequentes desta ocorrência, foi uma profusão de informações jamais vista. Talvez fora no Boletim Bimestral do CEAMIG de abril e maio daquele ano, que pude compreender realmente a importância daquele evento.
Crédito do filme: STScI , D. McCray. Crédito da imagem: C. Burrows (ESA / STScI ), HST, NASA

Até os dias atuais, objeto de estudo dentro da astrofísica, a SN 1987A após o lançamento do Telescópio Espacial Hubble (HST), lançado em 1990 revelou em agosto daquele ano ainda, a presença de anéis circunstelar em torno da região central, contudo a origem destes anéis ainda é um mistério. O Filme acima ilustra a estrutura tridimensional dos anéis.

Uma das teorias aceitas e que eles possivelmente sejam oriundos das nuvens de gás expulsas durante a fase de gigante vermelha da estrela; seu brilho, entretanto ocorre por causa de imensos flashes ultravioleta que ocorreram na explosão de supernova; é o que realmente temos, o tempo se encarregará de dizer o restante. 

Todos nós temos algo em comum com italiano Antonio Pigafetta (embarcados ou não); desta forma novamente é oportuno apreciar um dos mais belos cenários de céu profundo; a utilização de telescópios, binóculos ou mesmo a visão desarmada (fato que já é uma atividade muito compensadora) com o auxilio de um modesto planisfério celeste móvel ou carta celeste, será apenas um detalhe a mais desde que você esteja olhando para o céu.

Boas Observações!

Referências:

- MOURÃO, Ronaldo Rogério de Freitas. Dicionário Enciclopédico de Astronomia e Astronáutica. Rio e Janeiro: Ed. Nova Fronteira, 1987,  914P.

- CAMPOS, Antônio Rosa. Almanaque Astronômico Brasileiro 2015. Belo Horizonte: Ed. CEAMIG (Centro de Estudos Astronômicos de Minas Gerais), 2014. Disponível em: <http://www.ceamig.org.br/5_divu/alma2015.pdf> Acesso em: 08 dez. 2014.

- AMORIM, Alexandre. REA/BRASIL, Florianópolis, set. 2014. Disponível em < http://rea-brasil.org/cometas/prog2015.htm>. Acesso em: 16 set. 2014.

- CHEVALLEY, Patrick. SkyChart / Cartes du Ciel - Version 3.8, March. 2013. Disponível em:   <http://ap-i.net/skychart/start?id=en/start>. - Acesso em: 06/08/2014.

- ANDRADE, Joana et al, Séries Temporais para a Análise de Estrelas Variáveis, (Projecto PESO/ P/ PRO/ 40152/ 2000); Depto. De Matemática, Universidade da Madeira, Funchal - Portugal. Disponível em: < http://ccm.uma.pt/publications/1282ccm-02-65.pdf>. Acesso em: 08 dez. 2014.

- TÁRSIA, Rodrigo Dias. BOLETIM DO CEAMIG Nº 10 - Centro de Estudos Astronômicos de Minas Gerais, - CEAMIG, Abril/Maio 1987, Pág. 1, Belo Horizonte - MG - Brasil - 1987.

- DUZMAL,  Luiz Henrique. GAI-CEAMIG, Coordenação do Grupo de Aquisição de Imagens do CEAMIG, Belo Horizonte, Fev. 2014. Disponível em: < http://ceamig.blogspot.com.br/>. Acesso em: 11 dez. 2014.

- TUFANO, Douglas. Grandes personagens da nossa história. v. 1. São Paulo, Abril, 1969, p. 6. Disponível em: <http://literatura.moderna.com.br/catalogo/encartes/85-16-02314-1.pdf>. Acesso em 23 set. 2014.

- SABBAGH, Victor Brasil. GAI-CEAMIG, Coordenação do Grupo de Aquisição de Imagens do CEAMIG, Belo Horizonte, jan. 2014. Disponível em: < http://ceamig.blogspot.com.br/>. Acesso em: 10 dez. 2014.

- WESTERLUND, Bengt E. The Magellanic Clouds. In: ____(Org.). Introduction. Cambridge astrophysics series, 29. Cambridge: 1997. p. 01-06.

- RATCLIFFE, Martin;  LING, Alister. O Céu Profundo: As Nuvens de Magalhães. Astronomy Brasil. São Paulo, Ed. Duetto, v.1, n.8, p. 39, dez. 2006.

- MARSDEN, Brian G. IAUC 4316 in 1987 February 24; CBAT/IAU. Disponível em <http://www.cbat.eps.harvard.edu/iauc/04300/04316.html> Acesso em: 11 dez. 2014.

- LIGUSTRI, Rolando. Disponível para Download em: < http://www.astrobin.com/full/143789/0/>. Acesso em 29 Dez. 2014.

- American Association of Variable Star Observers, AAVSO/vsots, BSJ; Last Updated: July 17, 2010. Disponível em: <http://www.aavso.org/vsots_sn1987a> - Acesso em: 12 dez. 2014.

- General Catalog of Variable Stars (GCVS) Sternberg Astronomical Institute, Moscow (Sep., 2009, Epoch 2000): Disponivel em: < www.handprint.com/ASTRO/XLSX/GCVS.xlsx> – Acesso em: 08 dez 2014.

- http://www.calsky.com/cs.cgi - Acess in 30 Dec. 2014.

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